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Época


A vida na Polônia na metade do século XIX era muito difícil para os poloneses, pois havia sido dividida em três províncias: a da Áustria, da Prússia e da Rússia. A cidade de Varsóvia, onde Maria morava com seus pais estava sobre o domínio russo. Ao crescer se deparou com outro problema, o preconceito com as mulher que ambicionavam entrar para uma universidade. As universidades de Varsóvia não aceitavam mulheres, o que a fez ingressar em uma universidade francesa.

Mas encontrou uma Paris na década de 1890 que era a cidade da inovação em arte, estilo e tecnologia. O mundo observava Paris e imitava Paris. O número de jornais diários se elevou as centenas e a circulação passou a ser de massa, em vez de dirigida apenas a cultivada elite, funcionando tanto como um foro de debate como amplificador do que era novo e chocante. Ao mesmo tempo que surgiu a Torre Eiffel, surgiu a eletricidade e o telefone com suas maravilhas.

Assim como na França a Inglaterra também era um ponto geográfico de importante desenvolvimento científico. Lá os raios catódicos estavam sendo estudados com sua maior intensidade. A descoberta do elétron por Thomson acarretou em uma série de experimentos cruciais para as pesquisas com radioatividade. A química estava se desenvolvendo com grande força, com a descoberta de novos elementos.

Para Marie Curie este período foi de grandes transformações. Formou-se, pode trabalhar no laboratório de Lippmman, conheceu Pierre e iniciou suas pesquisas em um assunto novo e fenomenal.

Apesar das instituições não darem muita verba para o andamento das suas pesquisas, Marie alcançou o que nenhuma pessoa havia conseguido até então.









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